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segunda-feira, 18 de novembro de 2019
Chafariz Jardim Botânico. Fundação Zoobotânica. Porto Alegre.RS.2019
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terça-feira, 29 de outubro de 2019
segunda-feira, 29 de julho de 2019
Letreiro e Igreja .Relvado.RS. 2019
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quinta-feira, 29 de novembro de 2018
Orla. Triunfo.RS
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sexta-feira, 22 de junho de 2018
Orla do Guaíba. Guaíba.RS.2018
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terça-feira, 5 de junho de 2018
Capela da Boa Vista. Guabiju.RS.2018
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segunda-feira, 7 de maio de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Lagoa do Bacopari. Mostardas.RS.2018
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Mostardas.RS.Lagoa do Bacopari
Local:
Mostardas - RS, Brasil
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Casa Antiga. Lavras do Sul.RS.2018. Cidades nº 170 n que visitamos nesse nosso Rio Grande.
Lavras do Sul é realmente um achado, cidade com uma beleza arquitetônica rara no estado, ainda mais pelo bom estado de conservação das casas. Um encanto de cidade!
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A Cidade:
Lavras do Sul e a terra do ouro
Existiu uma época no Brasil chamada corrida do ouro, iniciada em 1693 com o surgimento das primeiras jazidas, no estado de Minas Gerais. No Rio Grande do Sul, o ouro foi descoberto no final do século XVIII, despertando as atenções do país.
Surgiu da existência das ricas jazidas de ouro, a cidade de Lavras do Sul o único município do Estado surgido e formado em torno deste mineral. Há uma identificação de mais de 250 anos com a mineração, o que fez com que Lavras recebesse a fama de “Terra do Ouro”.
As terras lavrenses pertenciam, originalmente, a Rio Pardo, e depois a Cachoeira do Sul e a Caçapava do Sul. Documentos mostram que, durante a Revolução Farroupilha, em 1835, Lavras acabou por tornar-se quarto distrito de Nossa Senhora de Assunção de Caçapava (atual Caçapava do Sul). Este distrito englobava também os atuais municípios de São Sepé e Santana da Boa Vista.
As obras iniciais do município foram consolidadas a partir de 1849, com as primeiras construções de alvenaria que não obedeciam a um traçado urbano regular.
A fundação de Lavras do Sul ocorreu no dia 9 de maio de 1882, em uma terça-feira, com a denominação Vila de Santo Antônio das Lavras. Esta data é considerada a emancipação oficial do Município. Após 56 anos, em 1938, recebeu a condição de cidade.
O nome oficial de Lavras do Sul foi definido em 29 de dezembro de 1944. O curioso é que o nome da cidade quase se tornou Araíuba que significa (“lugar do ouro”), por conta de um decreto do Governo na época, que disciplinava os nomes das cidades de acordo com suas origens e descendências, ideia que acabou sendo engavetada.
O Garimpo
A primeira grande companhia de extração de ouro surgiu no Município em 1875, a Gold Mining Company, de capital inglês, responsável por um grande crescimento e progresso. Funcionou por mais de uma década, tendo os minerais extraídos no solo lavrense eram cotados como capital na Bolsa de Valores de Londres.
"No fim do século XVIII já havia garimpagem na região. A tradição conta que nos primórdios da mineração foi descoberta uma grande pepita de ouro com o formato da imagem de Santo Antônio, num remando do arroio Camaquã, que hoje banha a cidade. Por essa razão aquela garimpagem recebeu o nome de Santo Antônio das Lavras ficando como padroeiro da localidade o milagroso santo."
A Lenda e o inicio da colonização
Segundo a lenda, que pode ter dado origem à cidade, um garimpeiro teria achado uma pepita grande de ouro com o formato da imagem de Santo Antônio, às margens do arroio Camaquã das Lavras. Espalhada a notícia sobre a ocorrência desse mineral na região, muitos aventureiros perceberam a semelhança do solo local com as terras de Mato Grosso e Minas Gerais. Em 1796, a primeira descoberta de ouro em Lavras aconteceu, dando origem ao início da colonização do município e à exploração da mineração aurífera. Há registros de que o ouro do território onde hoje localiza-se o município foi explorado por europeus e canadenses. Embora o povoamento tenha se estabelecido em 1825, além dos ingleses e canadenses, belgas, espanhóis, portugueses, índios e bandeirantes paulistas já estavam na região, atraídos pela quantidade de ouro existente.
Terra do Ouro
As disputas pelas terras conquistadas por Portugal e Espanha originaram tratados de limites como os de Madri e de Santo Ildefonso que tiveram suas linhas determinadas em documentos e posteriormente demarcadas, pois a linha do Tratado de Santo Ildefonso curiosamente faz uma curva sobre o território do município e as linhas dos dois tratados unem-se justamente sobre o território de Lavras, formando assim um vértice histórico.
Lavras do Sul é o único município gaúcho com origem na mineração e na extração de ouro, através de um acampamento mineiro situado às margens do arroio Camaquã da Lavras (um dos cursos d'água formadores do Rio Camaquã, que desemboca na Laguna dos Patos) surgido para a exploração das pepitas de ouro depositadas naturalmente no leito do rio.
Com a exploração aurífera, formou-se um núcleo populacional que deu origem à cidade, desmembrada originalmente das terras de Rio Grande e Rio Pardo. Emancipou-se de Caçapava do Sul, em 9 de maio de 1882, através da Lei Estadual Nº. 1364. É, por ordem de criação, o 54º município gaúcho.
O nome da cidade deriva da divisão de glebas destinadas à mineração (lavra) do ouro. Ao nome "Lavras" adicionou-se a expressão "do Sul", por já existir um cidade denominada Lavras, em Minas Gerais. Surgiu assim a eterna “terra do ouro”.
Texto: Diones Franchi- memoriasdopampa.blogspot.com.br
Atrativos Turísticos:
Carnaval:
Com quase oito mil habitantes, o município de Lavras do Sul é um pacato recanto situado entre a campanha e o noroeste gaúcho, que em fevereiro se transforma.
Banhada pelo Rio Camaquã, a cidade, onde nasceu o ator Paulo José, mestre dos palcos, promove um dos mais antigos carnavais do país, festa que já tem mais de 100 anos de história.
E exatamente por ser uma autêntica manifestação dos lavrenses, que a folia local tem tanta longevidade. As primeiras manifestações carnavalescas em Lavras remontam o começo do século passado.
Fonte:ocorreio.com.br
Praia do Paredão- Camping Zeferino Teixeira:
Camping Municipal Zeferino Teixeira, lugar preferido dos turistas, além da maravilhosa Praia do Paredão, banhada pelas águas do Camaquã, o camping oferece áreas de lazer como playground para crianças, espaços para acampamento, quadras de areia e cabanas equipadas com banheiro e churrasqueira.
Fonte: Secretaria de Turismo-Lavras do Sul
Fone: (55) 3282 1239 / 9652.4717
turismodelavrasdosul@outlook.com
Casa de Cultura de Lavras do Sul:
Praça das Bandeiras:
Igreja Matriz de Santo Antônio:
Arquitetura portuguesa da primeira metade do século, com pinturas sacras à óleo no teto do altar, feito em madeira de lei no estilo barroco
Fonte:lavrasdosul.rs.gov.br
Gruta Nossa Senhora de Lourdes:
Santuário de Santo Antonio:
Patrimônio Arquitetônico:
História:
Lavras do Sul, a cidade, originou-se de um acampamento mineiro instalado às margens do Rio Camaquã para exploração das pepitas de ouro depositadas no leito do rio, antes disso, no entanto, há registros de que o ouro do território onde hoje é o município, foi explorado por portugueses e espanhóis.
O território do Município pertenceu inicialmente aos municípios de Rio Grande e de Rio Pardo quando a província de São Pedro possuía apenas quatro municípios ( Santo Antônio da Patrulha , Rio Grande , Rio Pardo e Porto Alegre) , depois fez parte do território de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira , com o passar do tempo passou a pertencer ao território de Caçapava e finalmente em 9 de maio de 1882 passou a categoria de Vila com o nome de Santo Antônio das Lavras, formada por territórios dos municípios de Caçapava do Sul e Bagé. Em 1938 passa à categoria de cidade com o nome de Lavras do Sul.
As disputas pelas terras conquistadas por Portugal e Espanha originaram tratados de limites como os de Madri e de Santo Ildefonso que tiveram suas linhas determinadas em documentos e posteriormente demarcadas, pois a linha do Tratado de Santo Ildefonso curiosamente faz uma curva sobre o território de nosso município, justamente sobre o distrito aurífero deste; e, as linhas dos dois tratados unem-se justamente sobre o território do município de Lavras do Sul, formando um vértice histórico.
Os jesuítas comandando um grupo de índios construíram em terras do Segundo Distrito de Lavras o Povoado de Santo Antônio, o Novo, que desapareceu por conta das guerras guaraníticas. Houve em nosso território a Batalha do Jaguary onde conquistadores e índios pereceram.
O Visconde do Serro Formoso, Francisco Pereira de Macedo, em 1865, recebeu o Imperador Dom Pedro II e sua comitiva que rumavam para Uruguaiana por ocasião da Guerra do Paraguai, em sua fazenda com uma banda composta por 60 escravos que tocaram o Hino Nacional Brasileiro. O Imperador que ia verificar a movimentação das tropas foi surpreendido pelo ato do cidadão lavrense que alforriou 50 de seus escravos para que fizessem parte do Exército Nacional, bem como quatro de seus filhos engajaram-se às tropas, forneceu ainda uma boa quantidade de cavalos crioulos para que servissem de montaria à tropa, por conta de que, recebeu do imperador o título de Barão, e depois, Visconde de Serro Formoso.
Foi pioneiro, o Visconde de Serro Formoso, na libertação de seus escravos tendo alforriado a todos em 1884, quatro anos antes da Abolição da Escravatura através da Lei Áurea.
Fonte:https://pesquisandocidades.blogspot.com.br/2017/11/lavras-do-sulrs-terra-do-ouro-e-do.html?view=magazine
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Águas de Caribe em Pleno Litoral Gaúcho. Lagoa do Bacopari.Mostardas.RS.2018
Quem foi que disse que no litoral Gaúcho só existe o chocolatão (como é conhecido nosso mar de cor marrom). No município de Mostardas no litoral, existem águas cristalinas, na localidade de Bacopari. Uma lagoa que é um verdadeiro paraíso, também conhecida como Lagoa Azul.
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Mostardas.RS.Lagoa do Bacopari
A Lagoa Azul.Lagoa do Bacopari.Mostardas.RS.2018
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Balneário do Rio das Antas.Cotiporã.RS.2018
Cotiporã.RS. A Pequena Floresta Bonita
A Cidade:
Cotiporã é mais um daqueles municípios pequenos e encantadores da serra gaúcha. Predominantemente também foi colonizado por imigrantes italianos. Está localizado numa região de vales e rodeado pelos tradicionais rios Carreiro e Taquari (conhecido como Rio das Antas ), favorecendo os esportes radicais. Sua arquitetura histórica remete aos modelos adotados pelo imigrante italiano durante a fase de colonização e também o ecletismo posteriormente empregado.
Fonte:raizesdaarquitetura.com.br
Atrativos Turísticos:
Gruta de Quartzo:
Localizada no centro da cidade, próxima ao Hospital Nossa Senhora da Saúde, a gruta é totalmente revestida de quartzo, atribuindo-lhe uma beleza inigualável.
Fonte:termaselongevidade.com.br
Igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde:
A construção da Igreja matriz deu-se entre os anos 1905 e 1907. A pintura interna é de Emílio Zanon. Em seu interior possui imagens de Santos trazidas da Itália. No mês de novembro realiza-se a festa em honra à Padroeira Nossa Senhora da Saúde.
Fonte:turismocotipora.com.br
Pico do Paraglaider
Localizado a 3 km do centro da cidade, passando pela Capela Nossa Senhora do Caravaggio, de grande beleza natural. Do local o visitante avista o vale do Rio Carreio, limite municipal entre Cotiporã e São Valentim do Sul e Capela N. Srª de Fátima. É um espaço muito bonito para contemplar o horizonte ao final da tarde assistir um belo pôr do sol.
Fonte:turismocotipora.com.br
Balneário do Rio das Antas:
Dista 12 km do centro da Cidade de Cotiporã via não pavimentada e, a 20 km de Bento Gonçalves em via asfáltica. O visitante poderá alugar espaço para acampamento, também usufruir de espaços para alimentação, com pagamento de taxas
Fonte:turismocotipora.com.br
Morro do Céu ou Cerro dos Baianos:
Originada de derrames basálticos da era mesozoica, há aproximadamente 136 milhões de anos, a formação rochosa que ali se formou. É um morro que destaca-se por estar isolado na paisagem, circundando quase que totalmente o Rio das Antas.
O nome Morro dos Baianos, deu-se devido ao fato de ter sido habitado por negros refugiados das charqueadas, chamados de baianos pelos descendentes de italianos. No local, encontram-se vestígios do antigo cemitério da comunidade e ruínas de suas habitações. O platô do morro possui 70 hectares de mata nativa. O local deve ser visitado somente com a presença de um guia especializado para orientar e acompanhar. No alto há os mirantes naturais e tem-se vistas maravilhosas da região.
Fonte:turismocotipora.com.br
Mirante do Rio das Antas, UEH 14 de Julho e Morro do Céu:
Localizado a 8.5 km da sede do município, estrada que liga Cotiporã ao município de Bento Gonçalves, em um trecho de declive acentuado, encontramos o Mirante. Pode dali, avistar parte do vale do Rio das Antas, onde o rio contorna o Morro do Céu e forma a dupla ferradura, a mata, os canyons, morros e o lago da represa da Hidrelétrica 14 de Julho, como sendo um exuberante espetáculo.
Fonte:turismocotipora.com.br
Museu Histórico e Biblioteca Municipal:
Localizam-se na Rua Bento Gonçalves nº 44, junto ao prédio da Casa de Cultura, construído em 1935. No Museu encontram-se peças antigas que retratam a saga da imigração italiana, sua cultura seus costumes. A Biblioteca Municipal dispõem de livros para retirada, incentivando assim a educação através da leitura aos munícipes
Fonte:turismocotipora.com.br
Cascata dos Marins:
O atrativo é um dos mais belos espetáculos da natureza. Localizada no Arroio Sapatinho, fica distante 6 km da sede do município. De fácil acesso, chega-se até a cascata pela Linha Independência, por estrada não pavimentada, de onde é possível observar vales e morros. No local existem vários mirantes para melhor apreciar suas duas quedas d’água, uma de 80 m e a outra de 60 m. A primeira forma uma piscina natural, onde chega-se através de uma trilha íngreme e, a segunda, forma um riacho que corre para o Rio das Antas.
Fonte:turismocotipora.com.br
Gruta Nossa Senhora de Lourdes:
Encontra-se na Capela de Nossa Senhora da Pompéia, na Linha Júlio de Oliveira, a 4 km da sede do município. A Gruta possui formação natural, constituída por um paredão de pedra basalto, com aproximadamente 18 m de largura, 9 m de profundidade e 5 m de altura. Em épocas de chuva, forma-se entre as pedras uma pequena cascata caindo em poço artificial.
Fonte:turismocotipora.com.br
Antigo Frigorifico A Sul América:
Encontro das Águas:
Dista 10 km do centro da cidade, pela estrada da Capela São Judas Tadeu, o visitante pode observar a junção dos rios Carreiro e Antas, na junção desses dois rios passa a chamar-se de Rio Taquari. Também vê-se a comunidade de Santa Bárbara, comunidade pertencente ao município de São Valentim do Sul.
Fonte:turismocotipora.com.br
Camping Carreiro:
O camping do Carreiro é administrado pela Prefeitura de Cotiporã e está a 8 km do centro da cidade. O percurso até o local é realizado por uma via não pavimentada em boas condições. Possui equipamentos básicos para acampamento e fica ao lado do Rio Carreiro.
Fonte:turismocotipora.com.br
História:
Em meados de 1885, chegaram as primeiras fampilias de imigrntes italianos, quando surge um pequeno núcleo chamado Monte Vêneto, homenagem à região da Itália de onde essas eram procedentes. Devotos à religiosidade e motivados pelo Padre Fortunato Odorizzi, no ano de 1987, inicia-se a construção da majestosa Igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde e, em seguida instalam-se grandes empresas, dentre essas a Fábrica de Laticínios Paganim (1907), a fábrica de suínos ‘A Sul Americana’ (1912) e Cachaçaria de Aguardente Farroupilha (1930).
Com a constituição de 1938 os locais com nomes de origem de seu povo foram substituídas, assim Monte Vêneto passou a chamar-se de Cotiporã, nome indígena que significa “pequena floresta bonita”. Em 1982, Cotiporã emancipa-se de Veranópolis e instala-se como município em 1º de Janeiro de 1983.
Fonte:turismocotipora.com.br
fonte: https://pesquisandocidades.blogspot.com.br/2017/11/cotiporars-pequena-floresta-bonita.html
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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Eclusa. Bom Retiro do Sul.RS.2017
O Complexo conta com rampa para lançamento de barcos esportivos e de pesca, com marina para aproximadamente 50 embarcações. Oferece bar e restaurante. O pintado é o peixe mais encontrado na região.
Fonte:turismo.rs.gov.br
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Pavão de Flores. Parque Christoph Bauer.Forquetinha.RS.2017
Um dos símbolos do capricho e lindeza do lugar, é esse pavão feito de flores, perfeitamente cuidado. Algo que nunca tinha visto antes. Realmente visitar Forquetinha foi de tirar o folego de tantos encantos.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Monumento ao Imigrante. Forquetinha.RS.2017
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