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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Igreja Angelopolitana. Santo Angelo.RS.2015


Em Santo Ângelo, está uma das poucas igrejas a ter como padroeiro um anjo, e não um santo. Dedicada ao anjo da guarda, é semelhante ao templo construído na redução de São Miguel no século 18. A Catedral Angelopolitana é a terceira  igreja a ocupar o espaço do Centro Histórico.

A primeira foi construída em 1706 na Redução de San Ángel Custódio.A segunda foi uma pequena construção do século 19 para atender à comunidade.E,por fim,a atual estrutura,edificada a partir de 1929.

A arquitetura da catedral é de estilo barroco missioneiro,um misto de barroco,renascentista e guarani.Na fachada,em pedra grês ou arenito,colunas,arcos e esculturas de Valentim Von Adamovich homenageiam os padroeiros dos Sete Povos das  Missões. 
Um dos destaques do interior da Catedral é a escultura do Cristo Morto produzida pelos guarani por volta de 1720,que,na Sexta-feira Santa,acompanha os devotos durante procissão.

À esquerda do altar,a escultura do anjo da guarda,de Godofredo Thaler,simboliza as três etnias que deram origem ao povo brasileiro – o negro,o índio e o branco.Numa referência ao processo inicial da formação do Estado,há o painel dos três mártires missioneiros,Roque Gonzales,Afonso Rodriguez e João de Castilhos.

– Quem conhece a Catedral Angelopolitana entra em contato com a simbologia das Missões.É uma verdadeira aula de história – diz a historiadora da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões.
fonte:http://wp.clicrbs.com.br/santoangelo/tag/catedral-angelopolitana/

História da catedral Angelopolitana. Santo Angelo.RS.2015


As três igrejas[editar | editar código-fonte]

Gravura mostrando a parede frontal da Igreja da Redução de Santo Ângelo Custódio em 1860

A segunda igreja construída no mesmo local onde hoje se encontra a Catedral. À esquerda, a antiga intendência
No espaço atualmente ocupado pela Catedral Angelopolitana, já existiram duas outras igrejas.

A primeira igreja foi construída após 1706, ano de fundação da Redução de Santo Ângelo Custódio. Em uma gravura datada de 1860, percebe-se seu avançado grau de destruição e abandono.

Os remanescentes arquitetônicos do antigo templo da redução foram reutilizados na construção de uma nova igreja, a segunda no mesmo local. Esta começou a ser erigida a partir do dia 21 de novembro de 1888. Nessa data foi colocada a sua pedra fundamental, contando com a presença de diversas autoridades.

A ideia de substituir a segunda igreja pela atual Catedral surgiu em 1920. O objetivo era edificar um templo que tomasse por base o estilo da antiga igreja da Redução de São Miguel Arcanjo. Em setembro de 1929 foi instalada a pedra fundamental da obra. Por volta de 1955, chegavam ao fim as obras da fachada da igreja, sob orientação do escultor e arquiteto austríaco Valentin Von Adamovich. Mas somente em 1971 é que as torres ficaram prontas.

fonte:Wikipedia

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Praça e Catedral.Santo Angelo.RS.2015


De Santo Ângelo confesso que nada sabia, e realmente me surpreendi, pela ampla e bela praça central com sua esplendida Catedral Angelopolitana, em sua tonalidade vermelha, fazendo lembrar a cor da terra missioneira, conhecida por seu barro vermelho. De Santo Ângelo foi admirar a catedral, depois visitar o museu do outro lado da rua, cujo a fachada em nada indica ser um museu. Só descobri se tratar de um, ao perguntar a populares, que estavam na parada de ônibus.

fonte:http://relatodviagem.blogspot.com.br/2015_09_01_archive.html

domingo, 23 de agosto de 2015

Catedral. Santo Ângelo.RS.2015


Conhecendo Caibaté, Mato Queimado e outras das Missões Jesuíticas do Rio Grande do Sul.Ago/2015



Das Missões minha única lembrança, era uma excursão de colégio, quando tinha 10 anos de idade, lá se vão 25 anos. E se vamos guiados por um casal de amigos, nativos do solo missioneiro, encarando estradas esburacadas, e uma imensidade de controladores de velocidade, ao todo contamos 12, de Santa Maria até chegar a Santo Ângelo.  De Santo Ângelo confesso que nada sabia, e realmente me surpreendi, pela ampla e bela praça central com sua esplendida Catedral Angelopolitana, em sua tonalidade vermelha, fazendo lembrar a cor da terra missioneira, conhecida por seu barro vermelho. De Santo Ângelo foi admirar a catedral, depois visitar o museu do outro lado da rua, cujo a fachada em nada indica ser um museu. Só descobri se tratar de um, ao perguntar a populares, que estavam na parada de ônibus. Em Santo Ângelo nada mais, e partimos para Caibaté, cidadezinha típica interiorana, com sua praça central, uma igrejinha, algumas estatuas dos Três Mártires, três padres jesuítas mortos pelos índios, e que devido a isso viraram figuras de devoção, sendo homenageados no Santuário do Caaró na entrada da cidade. De bom em Caibaté a organização da cidade, o bom nível social, e a hospitalidade do povo, onde podemos comer um ótimo churrasco de carne macia na casa de amigos, e o tradicional ovo colorido (ovo com beterraba) que nos serviram nas duas casas que visitamos (cada cidade com seus pratos). À tarde fomos à estrela das Missões, São Miguel, visitar os sitio arqueológico de São Miguel Arcanjo, a maior e mais famosa redução jesuítica do estado. O lugar todo tem uma atmosfera muito diferente, e a redução em si, é algo único, imponente por se tamanho e história. Ficamos um bom tempo curtindo o local, as obras de arte antigas em madeira, os tais “Santos do Pau Oco” (como eu chamo), grandes esculturas de santos, com um buraco no meio, só não consegui saber se o buraco era para alguém se esconder ou para esconder armas ou coisa assim. Ainda ao sair me aventurei a procurar um ponto turístico menos conhecido, a tal Fonte Missioneira, e valeu à pena, uma fonte d’agua, construída pelos índios, na época dos jesuítas. Interessantíssimo ver a engenharia da época. E não fui embora sem provar da água, boa e fresca, através do processo de decantação. Nesse mesmo dia podemos ainda conhecer a pequena Mato Queimado, distrito a não muito emancipado de Caibaté. E que surpresa encontrar no meio da Região Missioneira, uma cidade de imigração Alemã, com alto nível de desenvolvimento humano. Lindas casinhas, uma grande e bela praça, e prefeitura, em estilo Germânico. Uma jóia de cidadezinha. Ouvimos dizer que recebem algum incentivo do governo alemão para manter as tradições, verdade ou lenda, não descobrimos. Ao ir embora de Mato Queimado, passamos pelo belo pórtico, e vamos voltando a Caibaté, por um asfalto que mais parece um Tapete, o que nos remete a outro país, pois, em nada faz lembrar as esburacadas e precárias estradas gaúchas de nossos tempos.  No dia seguinte já na ida pra casa visitamos o Santuário do Caaró. Mais interessante pela história do que propriamente pelo local, onde se pode ver uma estatua replica do coração arrancado de um dos mártires, e por estar chovendo a passada teve que ser rápida, e não podemos desbravar o local todo. A visita foi curta, mas deu para perceber que a região das Missões, esta bastante voltada para o turismo, onde muitos de seus municípios estão investindo em seus atrativos, o que deixou um gostinho de quero mais. 

fonte:http://relatodviagem.blogspot.com.br/2015_09_01_archive.html

domingo, 16 de agosto de 2015

Catedral Angelopolitana. Santo ÂngeloRS.2015


A Catedral de Santo Ângelo, erguida a partir de 1929, foi recentemente restaurada, é semelhante ao antigo templo de São Miguel. Está localizada no mesmo lugar da Igreja da Redução de Santo Ângelo Custódio. No alto do pórtico, sete imagens esculpidas em pedra grés representam os santos padroeiros dos Sete Povos. No seu interior encontra-se uma imagem de Cristo morto, datada de 1740. A igreja fica situada na praça Pinheiro Machado, mesmo local da praça da Redução de San'Angel Custódio, que mentém, praticamente, as mesmas dimensões. A Praça Pinheiro Machado passou por um processo de revitalização e valorização da temática missioneira recentemente.

Por conta de sua imponência e de sua bela arquitetura, é usada como palco de muitos eventos importantes do município como o tradicional Canto Missioneiro, Cidade das Tortas, Feira do livro.  Recentemente o Natal Cidade dos Anjos e a primeira edição do Encontro das Artes, levaram uma novidade ao público: um espetáculo de mapeamento de vídeo, que deu vida á faixada da Catedral Angelopolitana, apresentando um show de luzes, sons e imagens.

No mesmo espaço da antiga Redução e junto ao centro histórico da cidade está o Museu, instalado em um prédio do Século XIX. O acervo preserva evidências das várias etapas da história regional, desde material arqueológico do período anterior à chegada dos jesuítas até fases da história local mais recente. Ao lado do Museu encontra-se o prédio da empresa Moto Peursi, onde foi descoberto uma série de materiais arqueológicos pertencentes a Redução de Santo Ângelo Custódio e que podem ser visitados pelos turistas. O atendimento é de terça á domingo entre 9 e 12 horas e das 14 ás 17 horas. Contatos através do fone: 33120179

fonte:http://www.atribunaonline.com/regiao-internas/19-cidade/634-conheca-os-principais-pontos-turisticos-da-capital-missioneira