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terça-feira, 6 de setembro de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
Santinha. Bossorocas. Cacequi.RS.2015
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
As Bossorocas. Cacequi.RS.2015
No dia que fui conhecer as Bossorocas, pedi informações para um velhinho que estava na beira da estrada. perguntei sobre as Bossorocas. E ele disse não conhecer. Dai falei que era uns enormes buracos fundos. daí ele soube, dos tal buraco fundo. E contou que até a Tv já teve no lugar filmando os famoso buraco fundo de Cacequi.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Dia chuvoso nas Bossorocas. Cacequi.RS.2015
O lugar é muito interessante, apesar de ficar escondido, não ter placa, e o dia de chuva ter atrapalhado o passeio.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Gran Canion estilo RS (As Bossorocas ou Vossorocas).Cacequi.RS.2015
AS VOÇOROCA OU BOÇOROCA OU BARRANCOS GIGANTESCOS , SE FORMAM COM A CHUVAS E O VENTO, E O TEMPO ,PARECE UM VERDADEIRA PARQUE DINOSSAUROS,UM GIGANTESCO CÃNION ....MONTANHAS DE TERRAS COM FORMAS ESTRANHAS .
fonte:http://maravilhasdoriograndedosul.blogspot.com.br/2012/12/10-30-maravilhas-do-rio-grande-do.html
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Las Bossorocas. Cacequi.RS.2015
Fui as tais Bossorocas, já que a ponte, ficava no outro extremo da cidade, e seria uma visita inviável devido ao tempo. Sai do centro rumo ao interior, passando os trilhos do trem, e a uns 3 km da cidade, me perdi em um entrocamento, e avistei um senhor, caminhando, devia ser um morador e lá fui eu indagar se conhecia as tais Bossorocas. Era um senhorzinho bem humilde, que até ficou surpreso com a minha pergunta. Disse ele: - Não faço ideia do que é isso meu filho. Ixi! É isso acontece. Como já havia acontecido nas Guaritas de Caçapava, muitas vezes a população local, mal conhece seu atrativo turístico, ou conhece por outro nome. Aí expliquei que queria saber onde ficavam os buracos fundos, do Macaco Branco. Aí o tiozinho entendeu. E começou a contar que era um lugar perto da estrada, muito bonito, que um médico queria comprar certa vez, e assim... assim. Muito atencioso em sua simplicidade, dizendo que até reportagem de jornal fizeram lá. Se tivesse tempo passaria a tarde ouvindo as histórias do velhinho, mas como o tempo era curto, me situei mais ou menos, e parti antes que chovesse, pois, a cara do tempo naquele dia não era nada animadora. Só eu mesmo para uma indiada dessas em dia cinzento em pleno inverno gaúcho. Mais um km e perguntei de novo, para um senhor que estava tirando leite de uma vaca, próximo a estrada. E me indicou que dali mais 2 km, haveria uma santinha a esquerda a beira da estrada, e lá eram as Bossorocas. E a chuva começou com pingos espaçados e grossos. Achei a Santinha! Bem acanhada, a beira da estrada, com uma escada escavada na terra vermelha, e sem placa alguma de identificação. Ao subir as escadas, vi umas duas placas de madeira, com inscrições bem pagadas, uma dizendo missões, e a outra não consegui ler. E me enfiei mato a dentro. O lugar é uma propriedade particular a beira da estrada, mas de livre acesso, apesar de nenhuma estrutura. Mas logo se vê os grandes buracos, parecendo ao meu ver ao menos, quenions formados pela erosão. Dentro existem arvores grandes até. O lugar é bem inusitado. Não sei se chega a ser uma das 30 maravilhas do Rio Grande, como li certa vez, mas é interessante, pra quem gosta de aventura no mato. Tirei as fotos que deu, em meio a chuva grossa que começou a cair. E só eu lá, na beira daquele despenhadeiro, tomando chuva no lombo. E infelizmente devido a chuvarada, não pude ficar muito tempo, nem tentar descer, para ver o vale de baixo, fiquei só na borda, sozinho entre diversas arvores, e pensando que se uma cobra me picasse aquela altura, não pegava nem celular pra pedir socorro. Tive então que voltar pro carro, e como o tempo estava estourando, sair voando para pegar minha mulher em São Vicente. E a Ponte do Entroncamento teve que ficar pra próxima.
fonte:http://impressoesdeumexbeduino.blogspot.com.br/search?updated-min=2015-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2016-01-01T00:00:00-08:00&max-results=8
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sexta-feira, 3 de julho de 2015
As Bossorocas. Cacequi.RS.2015
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
Entrada das Bossorocas. Cacequi.RS.2015
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Bossorocas. Cacequi.RS.2015
Vossorocas do Macaco Branco
Fenômeno resultante de erosão que apresenta aspectos esculturais pela ação do vento. A cavidade no solo é gigantesca e proporciona especial encantamento aos visitantes. Através de décadas tem sido orgulho dos cacequienses. No interior da cratera há formação vegetal. Tem uma profundidade aproximada de 80 metros e a descida só é possível com algum cuidado
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
As Bossorocas. Cacequi.RS.2015
Pontos turísticos
Ponte Férrea sobre o Rio Santa Maria
O município possuí a maior ponte ferroviária da América Latina, construída em 15 de Novembro de 1907, permitindo a continuação dos trens a Uruguaiana e Santana do Livramento, está inserida em um dos mais belos cartões postais do Rio Grande do Sul, a Praia dos Dourados, de areias branquíssimas. Esta obra prima da engenharia é toda metálica, tem quase mil e quinhentos metros de comprimento e está baseada em pilares gigantescos, verdadeira epopéia para época.[7] Historiadores mencionam que a mesma teria sido tomada pela Coluna Prestes em 18 de Novembro de 1924.
Estação Ferroviária
Inaugurada em 1890 pela Estrada de Ferro Porto Alegre-Uruguaiana. O nome derivou do rio Cacequi, que margeia o município. Por vários anos, até 1907, a estação foi ponta de linha da ferrovia, devido a uma série de empecilhos para a construção do trecho entre ela e Alegrete. Dessa estação saíam também trens para Bagé e Marítima (Rio Grande) e para Santana do Livramento. Era, um importantíssimo centro de baldeação entre os entroncamentos que possuía. Em 1913, o núcleo de Cacequi, junto à estação ferroviária, tinha 50 casas e 200 habitantes e iluminação a querosene. Mais tarde, a estação ferroviária serviu como ponto de almoço, tendo o restaurante mais movimentado do Estado, devido ao fluxo de passageiros em trânsito. Atualmente o prédio da estação serve como museu e outros fins; os trens de passageiros pararam em 2 de Fevereiro de 1996. Porém, o movimento e o número de desvios no seu pátio o torna um dos mais importantes pátios ferroviários do Brasil.
Vossorocas do Macaco Branco
São imensas cavidades no solo, decorrentes da erosão e do vento, que durante milhares de anos moldou verdadeiras esculturas no solo. No interior da cratera há formação de vegetação que também se adaptou ao ecossistema. Em alguns pontos a profundidade chega a 80 metros, sendo a descida possível, mas com muito cuidado. Proporciona em grande encantamento ao público visitante, pois o contraste da cor do solo nos diversos períodos geológicos se torna bastante marcante. O local está situado na localidade de Restinga, no caminho que dá acesso a localidade de Umbu pela RS-158, via Colonos.
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Intemperes nas Bossorocas. Cacequi.RS.2015
Vossorocas do Macaco Branco
São imensas cavidades no solo, decorrentes da erosão e do vento, que durante milhares de anos moldou verdadeiras esculturas no solo. No interior da cratera há formação de vegetação que também se adaptou ao ecossistema. Em alguns pontos a profundidade chega a 80 metros, sendo a descida possível, mas com muito cuidado. Proporciona em grande encantamento ao público visitante, pois o contraste da cor do solo nos diversos períodos geológicos se torna bastante marcante. O local está situado na localidade de Restinga, no caminho que dá acesso a localidade de Umbu pela RS-158, via Colonos.
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