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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Passeio de um dia. Cachoeira do Sul.RS.2015






















A antiga e colonial Cachoeira do Sul. Agosto. 2015


Mesmo sendo nascido e criado em Santa Maria, ainda não conhecia Cachoeira do Sul, cidade quase que vizinha. E para checar mais essa querência do Rio Grande, se fomos, a capital do arroz. Realmente sabia muito pouco de Cachoeira do Sul, apenas o que o Tripadvisor, e o Google tinham para oferecer. Chegar na cidade foi bem fácil, a estrada de acesso esta em bem melhor estado que a maioria das estradas gaúchas. Chegamos na  próximo ao meio dia, e já fomos tratando de achar um lugar para almoçar, e segundo o Trip, o tal Yakusoku Sushi Bar, é o melhor sushi de Cachoeira. E o lugar é bem legal, oferece um buffet de sushi a bom preço, mas fora ser buffet, o que pra mim era novidade, nada de mais em sabor e pratos. Um Sushi bom, mas trivial. Alimentados fomos bater perna pela cidade, que me lembrou muito Pelotas, com muitos prédios colonias, estilo português, um comércio interessante, mas o estado de conservação de algumas praças e monumentos é lastimável. A tal fonte das Águas Dançantes, assim como a praça ao entorno, estão em estado de escombro, chega a dar pena. Mas nem tudo foi tristeza em Cachoeira, perto da praça em um ponto bem central da cidade, encontramos o Jardim Botânico, Zoológico e Museu Municipal. O Jardim é surpreendente, muito bem conservado e bonito, com inúmeras espécies de animais, ficamos encantados com as onças, que se viravam e deitavam de barriga para cima, parecendo querer se exibir para nós. O lugar é bem arborizado, e ficamos um bom tempo lá, admirando a paz e a beleza do lugar, pra nós com certeza o lugar que fez valer a pena a visita a Cachoeira do Sul (imperdível). No mesmo lugar funciona um Museu, que conta a história do município, um dos mais antigos do Estado, com muitas fotos e informações, apesar de ser bem pequeno. Parabéns ao povo de Cachoeira, por manter o Jardim Botânico, Zoológico e Museu Municipal, maravilhoso poder visitar sem pagar nada um lugar assim. Depois fomos caminhando pelas ruas antigas, admirando as construções seculares, nem todas em bom estado de conservação, e chegamos a  Catedral e ao Chateau D'Eau. A Catedral é grande, imponente, mas sem maiores atrativos, e o Chateau D'Eau, é uma fonte em estilo Francês, que me fez lembrar a Caixa D'Agua de Ferro de Pelotas (pra mim um dos mais belos monumentos arquitetônicos do estado). O  Chateau D'Eau, é uma bela obra sem duvida, mas esta muito estragada e abandonada, se estivesse bem conservada seria um lindo monumento, pena não ser o caso. Já eram quatro da tarde, e fomos procurar um lugar para tomar um café, e encontramos o “Amor a Primeira Mordida”, nome estranho para um café, mas o lugar é muito legal, oferecendo deliciosas fatias de torta, doces e salgados variados, além de ser muito bem limpo, e bonitinho. Sentamos e uma mesa, na varando, pegando um mormaço gostoso, desfrutando de um bom café, uma fatia de torta, e observando o movimento da cidade, em pleno dia de semana. Parafraseando Anthony Bordain: “A Vida é Boa”. Mas como o que é bom acaba logo, o café terminou, e ainda tínhamos animo de procurar a atração mais inusitada de Cachoeira, O Museu do Porco, que segundo o TripAdvisor, parecia ser muito legal, Porém depois de muito perguntar pela cidade, ninguém sabia onde ficava o tal museu. Me guiei pelo Google Maps, mas mesmo assim, passando em frente ao local indicado, não vimos placa alguma, e frustrados tivemos que ir embora. Mas mesmo assim felizes, pois, Cachoeira, apesar de em muitos casos, apresentar estado de abandono para com seus monumentos, e atrações turísticas, é uma cidade bem interessante, e com bons atrativos para um passeio. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Catedral e Château d'Eau. Cachoeira do Sul.RS.2015


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Château d'Eau e Catedral Nossa Senhora da Conceição
O Château d'Eau (em português, "castelo d'água") é o principal símbolo de Cachoeira do Sul, a antiga capital nacional do arroz, no Rio Grande do Sul.

O projeto arquitetônico, de 1925, foi elaborado pelo engenheiro Walter Jobim e o cálculo estrutural, pelo engenheiro Antônio de Siqueira. As esculturas (Netuno e grupo de ninfas) foram executadas nas oficinas de Vicente Friedrichs, em Porto Alegre, sob a direção do professor Giuseppe Gaudenzi.

O Château d’Eau foi construído com a finalidade de levar água por gravidade ao reservatório de distribuição da Rua Júlio de Castilhos e regular a pressão da água nas zonas mais elevadas da cidade. Foi desativado em junho de 1970, não sendo mais reservatório, nem passagem de água, tornando-se um ponto turístico.

De estilo eclético, o Château forma, juntamente com a Catedral Nossa Senhora da Conceição e o "Casarão da 15 de Novembro", sede da prefeitura, um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do Rio Grande do Sul.[1]

Em julho de 2007 foi aprovado o projeto de lei nº 261/2006 proposto pelo deputado José Sperotto, que incorporou o Château d’Eau ao Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul.[2] A edificação está em processo de restauro.

Na manhã do dia 17 de Agosto de 2012, o Château D'eau, foi tombado como patrimônio historico de Cachoeira do Sul. Ralizando assim mais uma marca no Dia Nacional do Patrimônio histórico. O prefeito Dr. Sergio Ghignatti, assinou o decreto de tombamento do monumento. A solenidade contou com a participação de três jovens atores do grupo de teatro do Colégio Marista Roque, que abrilhantaram a cerimônia. Jean Calegari, representando o deus protetor das fontes, Netuno. Clara Raddatz e Ana Júlia Tonet, atuando como duas ninfas, tudo sob comando da professora e diretora do grupo, Bernadete Lovato.

Importante ponto turístico, recentemente está sendo valorizado pelo governo Ghighnatti através de decorações, referente a datas comemorativas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Château d'Eau. Cachoeira do Sul.RS.2015


Arte grega em Cachoeira do Sul
08 de janeiro de 2015
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Os alunos da turma 101 da Escola Estadual de Ensino Médio Antônio Vicente da Fontoura, de Cachoeira do Sul, realizaram um trabalho sobre a influência da arte grega na arquitetura do município, na região central do Estado, a 200 quilômetros de Porto Alegre. O Château d’Eau, um dos seus principais pontos turísticos, possui as três colunas gregas: Dórica, Jônica e Coríntio. A professora de história Cleusa Dornelles teve a ideia de fazer uma aula diferente, na qual os alunos da turma pudessem ver, tocar e imaginar-se na Grécia Antiga. Ela ressalta a importância de os jovens explorarem o Château d’Eau, patrimônio histórico da cidade. Por isso, ela trabalhou, na disciplina de História, a arquitetura grega em Cachoeira do Sul, uma forma de aproximar os alunos do contexto histórico da Grécia Antiga e da riqueza de Cachoeira do Sul, cidade importante no período do Brasil Colonial. Cleusa enfatiza a necessidade de extrapolar os limites da escola em busca da riqueza arquitetônica de Cachoeira do Sul. “Nada melhor do que fazê-lo com alunos, que, futuramente, serão multiplicadores e conservadores de outros bens culturais”, afirma.

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Ela diz que não basta “tombar”, é necessário que se conheça cada detalhe da obra. A professora conta que, na mostra pedagógica realizada pela escola, a maioria dos trabalhos era de química e ciências, mas a turma 101 do Ensino Médio optou pela valorização da arquitetura em Cachoeira do Sul. “Os meus alunos da turma 101 vão olhar o Château d’Eau com outros olhos, sentindo em cada coluna, em cada detalhe, a dedicação de um arquiteto, de um historiador, de uma civilização”, entusiasma-se. “Esperamos que a sociedade cachoeirense aprenda a valorizar todas as influências de todas as épocas e de diferentes grupos étnicos que fazem parte da história do nosso município”, finaliza a professora.

fonte:http://wp.clicrbs.com.br/almanaquegaucho/2015/01/08/arte-grega-em-cachoeira-do-sul/?topo=13,1,1,,,13

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Château d'Eau e Igreja. Cachoeira do Sul.RS.2015

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Château d'Eau e Catedral Nossa Senhora da Conceição
O Château d'Eau (em português, "castelo d'água") é o principal símbolo de Cachoeira do Sul, a antiga capital nacional do arroz, no Rio Grande do Sul.

O projeto arquitetônico, de 1925, foi elaborado pelo engenheiro Walter Jobim e o cálculo estrutural, pelo engenheiro Antônio de Siqueira. As esculturas (Netuno e grupo de ninfas) foram executadas nas oficinas de Vicente Friedrichs, em Porto Alegre, sob a direção do professor Giuseppe Gaudenzi.

O Château d’Eau foi construído com a finalidade de levar água por gravidade ao reservatório de distribuição da Rua Júlio de Castilhos e regular a pressão da água nas zonas mais elevadas da cidade. Foi desativado em junho de 1970, não sendo mais reservatório, nem passagem de água, tornando-se um ponto turístico.

De estilo eclético, o Château forma, juntamente com a Catedral Nossa Senhora da Conceição e o "Casarão da 15 de Novembro", sede da prefeitura, um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do Rio Grande do Sul.[1]

Em julho de 2007 foi aprovado o projeto de lei nº 261/2006 proposto pelo deputado José Sperotto, que incorporou o Château d’Eau ao Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul.[2] A edificação está em processo de restauro.

Na manhã do dia 17 de Agosto de 2012, o Château D'eau, foi tombado como patrimônio historico de Cachoeira do Sul. Ralizando assim mais uma marca no Dia Nacional do Patrimônio histórico. O prefeito Dr. Sergio Ghignatti, assinou o decreto de tombamento do monumento. A solenidade contou com a participação de três jovens atores do grupo de teatro do Colégio Marista Roque, que abrilhantaram a cerimônia. Jean Calegari, representando o deus protetor das fontes, Netuno. Clara Raddatz e Ana Júlia Tonet, atuando como duas ninfas, tudo sob comando da professora e diretora do grupo, Bernadete Lovato.

Importante ponto turístico, recentemente está sendo valorizado pelo governo Ghighnatti através de decorações, referente a datas comemorativas.