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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Petroglifos da Pedra Grande. São Pedro do Sul.RS.2015















Os petróglifos são simbólicos desenhos gravados nas rochas, feitas para a camada de superfície em bruto. Muitos foram feitos por nossos ancestrais pré-históricos do período Neolítico. Eles são o mais próximo antecedente dos símbolos de escrita anterior. Seu uso como uma forma de comunicação é datada de 10.000 a.c. e acessível aos tempos modernos, em alguns lugares e culturas. A palavra vem do palavras gregas petros (pedra) e localizado (escultura). Originalmente, ele foi cunhado em francês como pétroglyphe.
Este termo não deve ser confundido com pictograma, uma forma de comunicação escrita através de imagens que datam do Neolítico, embora ambos pertencem à categoria de arte rupestre e geral.
A mais antiga data de petroglifos do alto Paleolítico ou Neolítico. Mais tarde, ele faz cerca de 7000 ou 9000 anos começaram a aparecer os sistemas de escrita como os pictogramas e ideogramas. Os petroglifos continuaram a ser muito comum e algumas sociedades menos avançadas continuaram a usá-los durante milênios, até o tempo de contato com a cultura ocidental. Encontrada em todos os continentes exceto a Antártida, embora concentrando-se especialmente em áreas da América do Sul, África, Scandinavia, Sibéria, sudoeste da América do Norte e Austrália.

fonte:http://edukavita.blogspot.com.br/2013/08/petroglifos.html

Expedição ao maior monumento Petrográfico do Rio Grande do Sul. Sítio Arqueológico da Pedra Grande. São Pedro do Sul.RS.2015























Apesar de morar na região Central do estado, fui saber da existência desse monumento natural do Estado do RS, a pouquíssimo tempo, ao pesquisar os atrativos turísticos no site da prefeitura municipal de São Pedro do Sul. E saber que o maior Petroglífico do estado ficava assim tão perto, instigou minha imaginação. E finalmente nesse ultimo final de semana, surgiu a oportunidade e lá se fomos, a rumo pelas estradas do interior de São Pedro do Sul. Antes tentei visitar o Museu Walter Ilha, à beira da BR 287, mas que nada, como maior parte dos atrativos turísticos municipais, no interior do RS, estava fechado. Pra mim não tem lógica nenhuma, um museu fechar final de semana, justamente quando os "turistas" podem visita-los, enfim...
Sem destino bem certo segui, e depois de me perder uma ou duas vezes, e depois de ter passado pelo Sítio Paleobotânico da Ermida, que é simplesmente um campo, com alguns fósseis vegetais, espalhados, no qual não me ative muito, parei numa igreja onde haviam alguns "locais" e me indicaram mais ou menos o caminho. Sempre a esquerda. Passando a rodovia que liga São Pedro e Toropi, direção Toropi, depois pegar a esquerda pra quem vai pro passo do Angico. Na encruzilhada que diz T. Vinte e cinco e Angico (aqui me perdi novamente), pegar a  direita direção Angico, mais uns 5 km, e chegamos a localidade de Pedra Grande, e atrás da igreja o Imenso Pedregulho. Um afloramento bem atípico, aquela imensa pedra, sem vegetação, bem diferente do restante da paisagem. O lugar é muito interessante, as inscrições na pedra, infelizmente estão bem desgastadas, e danificadas, pois, muita gente sem noção, já riscou, e desenhou por cima, mas algumas da pra ver bem, o que é fascinante. Uma prova dos primórdios da humanidade, gravadas ali naquele lugar longínquo. Deu bem pra curtir o lugar, pois, esta abandonado, não há ninguém cuidando. A pedra é imensa, e da até para escalar em certo ponto, e apreciar uma bonita vista. Realmente um dos lugares mais exóticos do RS, perdido e esquecido (parece) no meio de São Pedro do Sul. O jeito foi tirar o máximo de fotos, enquanto essa maravilha da história humana, ainda existe, pois, pela má conservação, daqui poucos anos, será só história mesmo.
fonte: http://rotasetrips.blogspot.com/

Na localidade da Pedra Grande, há aproximadamente 10Km da cidade de São Pedro do Sul.RS, encontram-se inscrições rupestres que remontam a 1000 anos antes de Cristo.

fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Pedro_do_Sul_(Rio_Grande_do_Sul)


Sítio Arqueológico da Pedra Grande, 

A Pedra Grande é considerada o maior monumento Petroglífico do Estado, com consideráveis quantidades de inscrições.
Distância Centro (km): 12, Museu Paleontológico e Arqueológico Walter Ilha.

fonte: site prefeitura de São Pedro do Sul


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ondas da lagoa. Tapes.RS.2015


Lembranças de curtir a lagoa aos finais de tarde, com sua aguá calma  e morna. 

Ao Longe. Tramandaí.RS.2009


Histórico

Com a revisão do Tratado de Tordesilhas as terras do Sul do país passaram para os portugueses. Em l680, cria-se a Colônia do Sacramento para garantir o direito de posse destas terras. A sobrevivência do território dependia de Laguna e o direito entre estes dois pontos era feito através do litoral.

Começa o desenvolvimento do gado, das charqueadas e extração do ouro. Depois de 1700, intensifica-se o caminho dos tropeiros. Surgem os primeiros rincões e invernadas de tropas.

Tramandaí transforma-se em caminho de aventureiros em demanda das possessões espanholas, os bandeirantes que vinham aprisionar índios, jesuítas espanhóis e portugueses, soldados que passavampara a Colônia do Sacramento, etc.

O rio Tramandaí ficou conhecido porque oferecia obstáculo natural a todos que por aqui passavam. O povoado de Tramandaí, oficialmente inicia-se em 26 de outubro de 1732, quando Manoel Gonçalves Ribeiro recebe a 1ª Sesmaria do Estado no local chamado “Paragem das Conchas”.

O nome do povoado deve-se ao rio que era notável por sua piscosidade. Tramandaí inicia-se às margens do rio, com ranchinhos de palha que os pequenos pescadores erguiam para a temporada de pesca. Depois, passaram a se fixar aí pela abundância do pescado. Mais gente chegava de Laguna. Também pequenos agricultores da região estabeleceram-se aqui como comerciantes, porque nesta época, 1906, Tramandaí já era procurada como balneário. Havia aproximadamente 80 casas. Dois hotéis já funcionavam durante o verão: Hotel Saúde e Hotel Sperb. A economia passa a girar em torno da pesca e do veraneio.

Em 1908 é construída a primeira capela de Tramandaí, Nossa Senhora dos Navegantes.

Melhorando a via de acesso ao Litoral com a construção da estrada em 1939, a cidade começa a se desenvolver, recebendo grande impulso quando a Petrobrás inaugura o TEDUT nesta região, em 1968. A emancipação político-administrativa de Tramandaí aconteceu em 24 de setembro de 1965, quando Tramandaí emancipou-se do município de Osório.

Com a pesca escasseando e sentindo-se a necessidade de novas habitações para todos que procuram essa praia para o lazer e descanso, a economia passa a girar em torno de nova fonte de renda: a construção civil.

Tramandaí se modifica: mesmo na época de inverno, bares e restaurantes abrem suas portas à noite, o que antes não acontecia.

Hoje, Tramandaí vive duas vidas distintas: a de verão, atendendo e acolhendo milhares de veranistas, oferecendo seu lado de lazer, programações intensas e a de inverno, para aqueles que procuram momentos saudáveis e tranquilos à beira mar.

Tramandaí, a origem do nome é tupi-guarani, aparece em documentos antigos com diversas grafias: Taraman, Tramandi, Termandi, Tramando, Taramandahy, Tamandatay – Tramandahy.

Possíveis significados: Rio dos meandos (sinuoso); Rio roedor (havia muita capivara e ratão do banhado); lugar onde se cerca para colher (pescar com redes).

Referências Bibliográficas: Livro- Tramandaí Terra e Gente - 2ª Edição/1986-Pallotti - Produção Editorial: AGE- Assessoria Gráfica Editorial Ltda. Autoras: Leda Saraiva Soares e Sonia Purper. 

fonte:http://www.tramandai.rs.gov.br/index.php?acao=conteudo&conteudos_id=11

Pelas duas de Rivera.Uy.2009



Fundada em 1862, Riveira tem como principal atividade econômica seus Free-shops, onde há a venda de produtos importados, vendidos com a moeda americana, o dólar. De perfumes à eletrônicos, atraindo pessoas de todo o Brasil, principalmente seus vizinhos do sul por fazer fronteira com Santana do Livramento e ser separada apenas por uma rua e a Praça internacional, Rivera se torna um ótimo local de compras para os gaúchos. O comércio de produtos importados nas lojas “duty free”, autorizada e fiscalizada pelo governo uruguaio é o que atrai seus turistas diariamente.

fonte:http://comprasnafronteira.com/uruguai/rivera/

Um dia no parque Witeck. Novo Cabrais.2015




























O Maravilhoso Parque Witeck de Novo Cabrais.RS. Maio.2015


Totalmente por acaso navegando no tripadvisor, descobri o Parque Witeck, no município de Novo Cabrais, na região central do Rio Grande. Do qual mesmo morando a menos de 100 km de distância nunca tinha ouvido falar. As fotos no site eram lindas, mas não haviam muitas avaliações para ter uma ideia melhor do lugar. Mas mesmo assim, na primeira oportunidade, convidei minha companheira e se fomos rumo a mais essa descoberta. Primeiro chegar a Novo Cabrais, a menor de 100 km de Santa Maria, cidadezinha bem pequena mesmo, e aparentemente sem atrativos turístico segundo os próprios moradores, a quem perguntamos no caminho. E pergunta dali, pergunta daqui nos indicaram que na estrada que vai para Cachoeira do Sul, encontraríamos a placa do parque, e assim foi, a menos de 5 km da cidade na BR 153. A placa é pequena e se passar rápido não se enxerga, e em nada anuncia o que espera o visitante. No local somos recepcionados pelos guias, que explicam que a visita é auto-guiada, e o valor R$ 10,00 por pessoa. E assim vamos caminhando, e a cada passo nos encantando com a natureza estonteante do lugar. Que ficamos sabendo ser antes uma área de degradação, que foi recuperada por seu idealizador o Dr. Witeck. E que belo trabalho foi feito no lugar, todo ele parecendo um cenário de filme europeu, ainda mais no outono. Milhares de belas arvores e flores, de várias espécies, dois grandes e lindíssimos lagos, com patos. Sendo um o “Grande Espelho do Céu”, que realmente reflete as nuvens, dando um ar de sonho ao lugar, o outro lago “Lago Mágico”, também não perde em beleza, com seus pinheiros. O lugar todo é um estúdio fotográfico a céu aberto, um recanto de paz e beleza no coração do estado. Realmente um dos lugares mais incríveis do RS, um balsamo para a alma, e para se fugir da agitação da cidades. A caminhada dura no mínimo 2 horas, pois, o lugar é imenso, mas vale a pena. E assim retornamos para casa agradecidos e maravilhados, por ter conhecido esse lugar tão fantástico.

fonte:http:http://relatodviagem.blogspot.com.br/