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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Jardim Paleobotânico.Mata.RS.2015
Cidade de Mata/RS- Sítios Paleobotânicos
A cidade de Mata se localiza a 379Km da cidade de Porto Alegre e possui um dos maiores sítios arqueológicos de madeira petrificada a céu aberto do mundo, com fósseis datando de 200 milhões de anos.
Se pensarmos que há 200 milhões de anos atrás, exatamente no Perído Jurássico Superior da Era Mesozóica os continentes estavam unidos em um único, chamado de Pangéia, os animais que habitavam o planeta eram os extintos dinossauros e a vegetação era gigantesca devido ao clima quente e umido, o passeio se torna muito mais interessante, assim como se torna incrível tocar estes fósseis de árvores petrificadas.
Na cidade existe um sítio paleobotânico aberto ao público onde se encontram as "Florestas Petrificadas" com troncos de madeira fossilizada silicificada. As características moleculares destas árvores petrificadas são as mesmas das árvores de madeira vivas, com anéis de crescimento, casca, raízes, miolo e nós, porém ela se encontra petrificada por processos onde a água acaba por dissolver a sílica, cálcio ou pirita do próprio solo e a árvore acaba absorvendo estes minerais, trocando as moléculas orgânicas por estes, impedindo a madeira de apodrecer e conservado o vegetal por incríveis 200 milhões de anos.
As belezas de Mata podem ser encontradas também nas cascatas como a da Boa Esperança e a do Buraco, além do Museu Municipal Guido Borgomanero o qual exibe peças de paleontologia, arqueologia, zoologia e minerais.
Informações: 55- 32591272
E-mail: prefmata@terra.com.br
Jardim Paleobotânico - Rua do Sertão 67.
Museu Guido Borgomanero - Rua do Comércio 582.
fonte:http://maravilhasdomundoeoutrasnemtanto.blogspot.com.br/2009/05/blog-post.html
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Mata.RS.Jardim Paleobotânico
O maravilhoso Jardim Paleobotânico.Mata.RS.2015
O Jardim Paleobotânico esta situado na Rua do Sertão, 67, na cidade de Mata, no estado do Rio Grande do Sul, Brasil.
Reserva de fósseis naturais com uma área de 36.000 m². Madeiras fossilizadas que estão em seu lugar de origem. Esta na Formação Caturrita e data do Triássico Superior.
fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_Paleobot%C3%A2nico_de_Mata
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Mata.RS.Jardim Paleobotânico
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Mirante do "Aí que Lindo". Porto Seguro.BA.2013
Composição. Santa Maria.RS.2010
Uma composição férrea, passando, fazendo lembrar dos longinquos tempos em que a cidade era conhecida como cidade ferroviária.
Pelas Ruas. Cachoeira do Sul.RS.2015
Cachoeira do Sul, é uma cidade de arquitetura predominantemente antiga, o que agrada muito, sou particularmente encantado pelos detalhes dos casarios antigos.
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Cachoeira do Sul.RS
Costa Doce do RS.Tapes.RS.2015
Pra quem não conhece Costa Doce, é como são chamadas as cidades banhadas pela Lagoa dos Patos, tais como Pelotas, São Lourenço do Sul, Arambaré e Tapes. E qual não foi minha surpresa quando fui designado a trabalhar um mês em Tapes, cidade que nem de nome conhecia, já conhecia Pelotas e a praia do Laranjal mas o resto ainda não. E lá se fomos de mala e cuia. A primeira vista uma cidade um tanto acanhada com lá seus 17.000 hab, e o lugar escolhido para moradia pelos próximos 30 dias foi o balneário Pinvest, onde havíamos alugado um kit-net via internet (que baita frio na barriga). Já havia me dado mal outras vez nessa de aluguel por internet, mas como não tinha outro jeito, arrisquei novamente. E desta vez uma grata surpresa, o kit-net era bem limpinho, de bom tamanho, e os donos uns queridos dona Celina e seu filho Juanito (uma figuraça), dos quais acabamos ficando bem amigos, e foram a companhia; minha e de mina mulher por vários dias. Voltando a vaca fria, não tenho outra forma de descrever o Balneário Pinvest senão como um pedacinho do paraíso, lugar tranquilíssimo, com belas e enormes figueiras, repletas de barbas de pau, perfeito para quem quer fugir do agito da cidade grande, onde de noite só se ouve o coaxar da pererecas (tem bastante); e ao dia podemos nos deleitar a beira da lagoa, linda formando uma enseada, e de ótimo banho, principalmente a tardinha quando a água esta mais quente. O Pinvest não tem muitas opções, dois super mercadinhos, e um camping, com uma cantina, que não aprovamos muito, pois, o dia que visitamos, comemos uma Ala Minuta, bem sem graça e fria. Tapes não é muito diferente, isso que em um mês da pra explorar bem o lugar, e de nossas incursos gastronômicas, as melhores foram no restaurante do hotel Pontal, lugar muito bonito, e os pratos caprichados; o melhor barzinho foi o Paletas, pub estilo rock, ambiente familiar, com bons aperitivos como bolinhos de carne, bem apimentados (muito bom); e a especialidade da casa as piadinas, que é tipo uma panqueca com recheios especiais; mas o grande campeão foi o restaurante Nona Gema, que serve desde ótimos lanches, sanduíches naturais deliciosos, até pratos mais requintados como filé de salmão, excelente também. Aqui cabe um alerta de que Tapes apesar de ter muita pesca, e ser a beira da lagoa dos Patos, oferece muito poucos bons lugares para se comer peixe, na verdade quase nenhum. Atrações culturais a cidade não tem muitas, fomos ao museu ou casa de cultura, que possui alguns itens e objetos interessantes dos antigos moradores da cidade, mas o acervo é pequeno, mas deslumbrante mesmo é a vista da janela do museu, onde se pode observar o canto mais lindo da lagoa, vale muito a pena. Como Tapes não tinha muitas opções acabamos no entretendo fazendo academia, oh! Cidadezinha pra ter academia de ginastica, tem mais de 10, isso para uma cidade pequena é muito; ou ficamos no kit net, conversando com a dona Celina, e o Juanito que contava suas peripécias que nos fazia morrer de rir; tipo ter perdido uma camionete, um bugue e um reboque, para a maresia de Rio Grande, que comeu tudo, e ele teve que ligar pro seu pai, para conseguir dinheiro pra voltar pra casa. Fizemos amizade também com o Chiquinho, um cusco guaipeca, que nos adotou, e sempre que via meu carro, corria em nossa direção, para darmos uma passeada pelo balneário, ia com a gente até a lagoa, e se atirava na água a criaturinha, certa vez eu com a água no peito, e ele nadando atrás. Acho que ninguém contou pra ele que cachorro não gosta de água. Um grande achado em Tapes, pelo menos pra mim, que sou apreciador de cervejas artesanais, foi encontrar a cerveja Futter's, produzida em Tapes mesmos. Artesanal por excelência, que primeiramente encontrei no mercadinho do Pinvest e fiquei encantando ao degustar, e travei uma verdadeira batalha para descobrir onde era produzia, pois, ninguém na cidade quase sabe da existência da cerveja. E qual não foi minha grata surpresa quando quase ao final da viagem, descobrir que era feita a duas quadras do kit-net que estávamos parando, pelo senhor Rudi Futterleib, simpatiquíssimo, que nos mostrou as panelas onde a cerveja era produzida, e nos agraciou com mais uma degustação, antes mesmo da cerveja receber o rotulo. Tive que comprar mais umas, e invejar o mestre cervejeiro, em sua casinha a beira da lagoa, um recanto de paz e tranquilidade, bebericando sua produção. Continuando a incursão pela costa doce conhecemos também Arambaré, que fica a 35 km de Tapes, por uma estrada de chão, muito arenosa, e deserta, costeada por plantações de soja sem fim de ambos os lados, e antes e chegar pensava “onde é que estou me metendo”, nenhum lugar com uma estrada daquela podia ser boa coisa, mas ao chegar a cidade, qual não foi minha surpresa. A cidade estava muito movimentada, naquele domingo de carnaval, automóveis e gente para todos os lados, e uma infraestrutura excelente, muitos restaurantes, uma belo calçadão a beira mar, com quiosques servindo ótimos petiscos de peixe. Ficamos realmente boquiabertos com o lugar, desde o arroio velhaco, que oferece passeios de barco, e uma linda vista da praia; a réplica miniatura de uma caravela portuguesa a beira mar; a praça da figueira que anuncia a maior figueira do Rio Grande do Sul, e realmente é um exemplar imenso; dentre outras tantas atrações que a cidadezinha oferece (realmente a prefeitura de Arambaré se preocupa bastante com o turista, a única que falta é melhor os acessos a cidade). Escolhemos andar pela praia, curtir o visual, e depois comer deliciosos bolinhos de peixe no calçadão a beira mar, e observar aquele clima bahiano, em plena lagoa dos patos gaucha. Já conheci o Laranjal de Pelotas, Tapes e agora Arambaré e com certeza esta ultima tem a melhor infraestrutura das parias da lagoa dos patos, mas ainda falta São Lourenço do Sul, que também dizem que é linda, mas ficará para uma próxima viagem. E dessa visita a Costa Doce o que vai ficar na lembrança serão a grande quantidade de arvores de butiá que Tapes possui, suas lindas figueira, repletas de barba de pau; ter provado araça pela primeira vez, e realmente tem um fruto ótimo; a cerveja Futter's e seu criado o senhor Rudi, que pra mim serão lembrando como duas instituições de Tapes (mesmo que na cidade quase ninguém os conheça) as amizades que fizemos, principalmente de Dona Celina e Juanito, e do Chiquinho, que foi nosso companheiro em toda estada, e que nos partiu o coração não podermos trazer junto; mas é assim mesmo, pois somente temos a certeza que uma viagem foi boa, quando deixamos um pouco de nós no lugar visitado, e trazemos um pouco dele dentro de nós.
fonte:http://relatodviagem.blogspot.com.br/2015/03/desbravando-costa-doce-gaucha-tapes-e_16.html
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Tapes.RS.Balneário Pinvest.
Obelisco. Viamão.RS.2015
Guerra dos farrapos ou guerra dos farroupilhas ou mesmo revolução separatista de caráter republicano contra o governo imperial do Brasil, ela começou sem intenção separatista e durou 10 anos no século XIX.
Estes farroupilhas receberam o apelido de farrapos por andarem muitas vezes maltrapilhos e usando como armas aquilo que conseguiam pela frente;como facas, facões, etc.Bem ao contrário dos imperiais que trabalhavam para o governo imperial, trajados de uniformes e armas de fogo, espadas e lanças.
Imagina-se mais 6.000 farroupilhas lutaram sendo em Viamão de 1.500 a 1.600 combatentes.
A área onde hoje está situado o Parque Estadual de Itapuã ainda abriga vestígios de confrontos
marcados por bravura e derramamentos de sangue. No Morro da Fortaleza existem sinais das trincheiras
onde os farrapos implantaram baterias de fogo e parte das pedras que formaram um abrigo natural.
em Agosto de 1836, tropas legalistas desembarcaram na enseada do Saco do Farias (Praia das Pombas).
O combate aconteceu quando 42 Revolucionários Farroupilhas lutaram bravamente contra 240 soldados imperiais.
Também houve combate nos altos da Tarumã onde fizeram uma trincheira e de lá poderiam controlar os imperiais que vinham de Porto Alegre, na entrada da estrada do Cocão onde veio ter o nome de cruz das almas houve um massacre em homenagem a estes combatentes deram este nome.
Causas;
- Produtores gaúchos reclamavam ao governo imperial da concorrência do Uruguai e da Argentina, países onde também se produzia charque.
- Também reclamavam dos impostos de importação, pois eram baixos, o charque importado do Uruguai e da Argentina chegava a custar menos que os do Rio Grande do Sul.
Viamão, atualmente possui um museu Farroupilha no parque de Itapuã, onde você encontra artefatos, pedaço de navios, etc.
fonte: TURISMO VIAMÃO RS BRASIL no facebook
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